quinta-feira, 18 de julho de 2013

Quem acompanha os blogs de moda sabe como o Blog da Jé (Jéssica Gomez) é acessado e, na minha opinião, um dos mais “próximos da realidade”. Desde o começo do ano a Jé está com o Projeto #ASC (Ame seu corpo) que coincidiu com a minha ‘meta para 2013’.

Quem me conhece sabe como sempre tive na guerra com a balança, mas por falta de vontade e vergonha na cara relaxei, até chegar no meu limite e as doenças começarem a rondar.
Repensei minha vida, meus hábitos e mudei. Não foi fácil, mas não foi impossível. 

Resolvi então compartilhar com a Jé a mudança que aconteceu e os resultados que tive até agora.


Segue o link do Blog da Jé com a minha ‘matéria’: 



terça-feira, 16 de julho de 2013

Sempre fico pensando como é que Deus olha pra gente e vê os nossos questionamentos. Será que vai dar certo? Será que seria melhor eu fazer isso ao invés daquilo? Sim, a gente sempre quer dar aquela mãozinha, fala que ‘tá nas mãos de Deus’ mas não aprende a descansar de verdade, e o resultado sempre é o mais trágico possível quando não sabemos ESPERAR nEle.


Esperar é um dos meus verbos favoritos e um dos mais difíceis de viver também, afinal quem é que gosta de esperar por algo? Fila de banco, de supermercado, até a fila do SubWay me dá nervoso às vezes, imagina esperar por uma decisão importante?!

“O coração do homem planeja o seu caminho, mas o SENHOR lhe dirige os passos”. 
Provérbios 16:9

Mas depois de tanta coisa acontecendo eu tive que aprender a esperar, se eu escolhi esperar preciso aprender a lidar com as situações que surgiram. Fiz o que tinha que ser feito, por mais que me doa foi preciso abrir mão e deixar – realmente – nas mãos de Deus.


“Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja confiança é o SENHOR. Porque será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão não se afadiga, nem deixa de dar fruto. Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” – Jeremias 17:7-9

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Fiquei pensando no que falar, ou melhor sobre o que falar. Ah! Não quero parecer isso ou aquilo, mas vem cá?! De quem é que tô me escondendo?! Será que vai parecer indireta – direta, sei lá... que pareça, se achar que serve: vista-se. Não é indireta, é direta mesmo.

Cansei de deixar de ser e fazer pelos outros, quanta coisa eu já perdi por medo de perder... Henrique Cerqueira me entenderia. Não tenho mais idade, nem talento para pensar no que os outros vão achar. Sim, mudei. Pensei, refleti, dei valor. Me arrependi. Me perdoei.

Doeu, e muito.

Até brinquei: estou desnutrida, perdi muito líquido nos últimos 8 dias. Chorei demais. Chorei por amor, porque hoje sei o que é amar. Talvez seja tarde demais para chegar a essa conclusão, mas o fato é que só depois de tanto tempo eu consegui discernir o que é amor.

Amar é doar-se, é fazer, é agir, é não ter interesse algum, é fazer por prazer, por que te faz feliz, é ser.  Falar até o Louro José fala. Chega de palavras! Mais ação e menos palavras. Ou soma ou some... claro, sumir é mais cômodo, eu entendo.

Só preciso saber se tudo isso é apenas uma lição, um tapa na cara, uma surra divina ou é aquela famosa segunda chance. To tentando entender.

- Espero que seja a segunda opção, pois errar eu já errei, agora é minha vez de acertar.


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Sabe aquela sensação de não sei, de sei lá... é assim que eu me sinto. Depois de alguns dias de descanso, aos 45 minutos do segundo tempo uma bola na trave muda toda sua vida. E agora? O que eu faço? O que eu penso? O que digo? Mando uma mensagem? Um e-mail? Um sinal de fumaça? Ah, deixa pra lá... que diferença isso vai fazer?! Tantas perguntas e nenhuma resposta.

Tá cada vez mais difícil saber qual é a vontade de Deus em tudo isso, mas de uma coisa eu tenho certeza: nada é por acaso. Por mais manjada que essa frase seja, hoje ela faz todo sentido.

Esperar, esperar, esperar... é só isso que eu posso fazer, deixa o tempo passar, a água rolar, as coisas se encaixam com o tempo, mesmo que haja uma tempestade aqui dentro, a única coisa que eu posso fazer – dessa vez – é esperar.

Confesso que tudo valeu a pena, cada palavra, cada confissão, cada agradecimento, cada risada, aliás não poderia ter sido em hora melhor. Foi como tinha que ser. Preciso aprender que há um tempo para se cumprir e esse controle do tempo está nas mãos de Deus.

É interessante como Deus faz as coisas perfeitamente, eu pedia tanto uma situação e ele me deu algo complicado de administrar, talvez queira provar a minha fé, talvez queira provar a minha fidelidade... só sei que depois de tudo isso, minha entrega tem sido cada vez mais intensa a Deus, minhas orações têm sido mais objetivas e eu sei que em breve cada lágrima será transformada em riso.

“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” (Sl 46:10)

Isso é tudo o que tenho até o momento. Escolher esperar é bem mais do que eu pude imaginar, é um estilo de vida, é uma entrega total.


sexta-feira, 28 de junho de 2013


Hoje foi um dia atípico, passei a tarde filosofando na praça dos pioneiros ao som de Henrique Cerqueira. As férias estão quase acabando e a depressão pós-férias está chegando, mas enfim.... Foram dias prazerosos que passei aqui no Paraná, exatamente em Pvaí, tardes chuvosas alternaram com as ensolaradas, assim como o riso fez revesamento com as lágrimas.


Confesso que voltar aqui é sempre uma tarefa absurdamente contraditória, ao mesmo tempo que fico feliz a saudade e a insegurança batem violentamente. Fiquei muito feliz em rever as antigas colegas de trabalho do CMEI Cecília Giovine, cada cantinho da creche me trouxe boas lembranças, não vou citar nomes para não pecar e esquecer de alguém!!



Ah! como é bom rever os amigos, ainda mais quando você encontra com eles na rua, do nada, por acaso - ou não - na correria do dia-a-dia deles. Fiquei imensamente feliz em rever cada um de vocês!



Até mesmo a distância me fez bem, as caminhadas pela cidade foram ótimas para manter o ritmo de atividades que fazia antes das férias. Enfim, tudo foi muito bom.... até mesmo as visitinhas sem nexo ao Muffato tornaram-se uma 'visita ao cartão postal paranavaiense'...



Claro, não poderia me esquecer dos cantos nostálgicos que essa cidade me oferece: a escadaria do estádio, o pé de manga da FAFIPA, o DCE da FAFIPA, os corredores da FAFIPA, a sacada da PC, a rodoviária, o terminal, a praça da xícara e a praça dos pioneiros, as redondezas da Sta Casa... pronto tá bom, paremos por aqui...



Enfim, mais uma vez eu pude perceber que TUDO muda, as pessoas são as mesmas, mas o contexto não é mais o mesmo... o cenário é o mesmo, mas os personagens e os expectadores não são mais os mesmos... e isso é ótimo! Tudo o que permanece do mesmo jeito não evolui, as pessoas que não mudam, que se acomodam vivem sempre na apatia de uma vida de mesmice.



Como nada na minha vida é regra a ser seguida rigorosamente, dessa vez não foi diferente, a viagem ao Paraná me trouxe a certeza de que a única coisa que não muda, é que tudo muda



Hoje eu sei quem são meus verdadeiros amigos e quem realmente quer o meu bem, e isso não tem preço, não tem data, não tem hora...



Foi bom voltar, foi bom rever.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Andei pensando numa continuação para o meu texto anterior “E se...”, mas a minha alma nostálgica já não estava mais afim de dar continuidade para o tema. Pensei, pensei e encontrei uma solução: e se fosse assim...

Essa semana saiu uma reportagem no Yahoo! sobre uma artista plástica que fez um quadro com o seu “amor perfeito”, porém ele ainda não existia em sua vida. Anos depois ela conheceu alguém, se apaixonou e começaram a namorar, por coincidência – ou não – o namorado dela era exatamente como o moço lá do quadro. Seria um desenho-premonição? Ou será que essas coisas não existem?
Papeando com uma amiga que adora compor – muito bem diga-se de passagem – ela me disse algo que me chamou a atenção: é como eu sempre faço, descrevo “o cara” nas minhas músicas, mas um cara que AINDA não apareceu em minha vida.

Eis que eu pergunto: e eu? Num tenho quadro nem música #comofas

E ela me respondeu: seus textos não contam não? Pois bem, cá estou para devanear sobre ‘o cara’.

Requisitos mínimos: me traga 2 doses de bom humor, por favor! Ah! Como aquele jeitinho engraçado é afrodisíaco, mas vale lembrar que o cômico-inteligente é ainda mais cativante. Pode acrescentar mais coisa? Então vamos lá: altura mediana, inteligência, sorriso bonito, todos os dentes no lugar, inteligência, carisma, R-E-S-P-O-N-S-A-B-I-L-I-D-A-D-E, charme, barba (por favor!), inteligência e uma pitada de sarcasmo! Nada como um homem inteligente (tá bom, já deu pra entender, né?!)

Sabe cozinhar? Cuida da própria saúde? Transmite segurança? É carinhoso sem ser chiclete? É sexy sem ser vulgar (Brincadeira, piada interna) Tá contratado, não precisa passar nem pela experiência!

Brincadeiras a parte, é exatamente que a gente procura em uma pessoa: segurança, responsabilidade, carisma, inteligência, etc etc etc. Mas, não posso me esquecer de que, antes de tudo isso, antes de QUERER uma pessoa assim eu PRECISO SER uma pessoa assim. Não posso exigir do outro aquilo que eu não posso oferecer!

Mas, se fosse assim, com todos esses requisitos confesso que eu não ia reclamar não, aliás ia saber agradecer todos os dias por encontrar alguém que venha somar. Ou soma ou some, fechô?!



PS 2: sem piadinhas com a foto ilustrativa, viu amigas?

quinta-feira, 23 de maio de 2013


E se eu não tivesse conhecido?


E se eu tivesse ficado naquele dezembro?

E se eu tivesse aceitado aquele pedido de casamento?

E se eu tivesse aceitado aquela proposta de emprego?

E se eu tivesse dito NÃO na hora certa?

E se dissesse SIM?



Hoje vi algumas fotos e, inevitavelmente, algumas perguntas surgiram. Será que se eu tivesse ficado seria eu a esposa, a grávida, a mãe do seu filho? Ou de qualquer forma não seria eu? Ainda não sei, mas confesso que bateu aqueles 5 minutos de “será que fiz a escolha certa?”

Já deu pra perceber que acordei cheia de perguntas e sem nenhuma resposta, talvez uma delas eu tenha conseguido responder, mas mesmo assim foi difícil. Ao mesmo tempo que fiquei #chateada fiquei feliz, pois eu vi que fiz o bem sem perceber. Você mudou de vida, mudou de casa, voltou pra Deus e me ensinou o que é – realmente – se doar, se importar, compartilhar. Amar. Me amou. Como nenhum outro até agora. Mas eu não pude corresponder à altura. 

E se fosse eu naquela foto com você? Eu seria feliz? Eu teria me formado? Eu teria realização profissional?


Não sei...

Apesar de eu ser da área de humanas, nessa situação, preciso trabalhar com fatos e não com hipóteses. Não foi, não era pra ser, e isso é a minha REALIDADE.


♫ ♫ Eu não deixei de achar graça nas coisas
Simplesmente hoje eu quero ser levado a sério
As coisas mudam sempre mas a vida não é só como eu
espero

Existe um dom natural que todos temos
Nossas escolhas vão dizer pra onde iremos
Mas se for pra falar de algo bom
Eu sempre vou lembrar de você

sexta-feira, 17 de maio de 2013



Sempre que algo especial acontece, sinto a necessidade de compartilhar aqui no blog. Ontem foi o III VARAL LITERÁRIO DA FREA, um concurso de conto, crônica e poesia da minha faculdade que premia os primeiros colocados de cada categoria; nosso evento contou com a participação de pessoas sensíveis ao fazer literário e com os apaixonados pela vida, como Vinicius de Moraes (2013 – Cem anos do Poetinha).

Antes de mais nada eu gostaria de agradecer a Deus por me proporcionar momentos assim, de alegria extrema, realização e tantos adjetivos que não consegui selecionar pra expressar. Sei que se citar alguns nomes me esquecerei de outros, mas não poderia deixar de agradecer a comissão organizadora dessa terceira edição pelo empenho, dedicação e por aceitar  a descascar esse delicioso abacaxi comigo. 

Da mesma forma gostaria de agradecer a professora Eliana Valente que sonhou junto comigo, desde o primeiro ano, com cada detalhe desse evento. Ah! Nossos artistas, galera de ARTES que desde o primeiro ano adotou o Varal como um filho, o que seria de nós sem vocês? Sem colocar nenhum empecilho, brilhantemente nos presenteou com arte, música, cultura, talento – e muito – amor.

FASE NETWORK: um obrigado ESPECIAL pra minha segunda família, para as pessoas que vivem mais tempo comigo do que minha própria família, taks! por cada horário de almoço de conversa, de ideias, de comprometimento e AMOR AO PRÓXIMO, vocês são demais. Pelo apoio cultural e patrocínio, por acreditar que vale a pena investir em novos talentos.

Creio que aí que se encontra o sentido da vida: AMOR! Tudo o que fazemos com amor sai bem feito, ame seu trabalho, ame seu curso, ame sua faculdade, se ame. 

Sucesso na vida é ser feliz!

Tudo o que se faz por amor dá certo, sai bem feito, é cativante e acima de tudo é prazeroso, se você se propõe a fazer algo, faça bem feito, faça pra valer.

Eu também não poderia deixar de agradecer a cada aluno do 7º termo de Letras, aos que trabalharam - de uma maneira ou de outra - para que o Varal Literário se tornasse realidade, a todos os alunos que mesmo não sendo da comissão abraçaram a causa e fizeram acontecer; e aos que reclamaram, colocaram defeito, murmuraram ou não compareceram, obrigada também, pois é através das pequenas palavras e atitudes que a gente aprende que na vida há pessoas e pessoas.

E como não me lembrar da FAFIPA? Impossível!!! Agradeço a minha queria Professora Elmita Simonetti Pires por me ensinar a amar a Literatura, por me mostrar que vale a pena sonhar com os pés no chão, por me ensinar mais e mais que a vida é cheia de escolhas, e escolher amar “as Letras” foi a minha melhor escolha profissional.

Enfim, são tantos agradecimentos e um único pedido: não deixem que o VARAL LITERÁRIO da FREA morra, cultivem e acima de tudo BELIEVE!! Ame incondicionalmente, trabalhe com amor, crie, cative, doe-se, chore, ria, cante, até por que...


“É melhor ser alegre que ser triste, alegria é melhor coisa que existe.”

quarta-feira, 8 de maio de 2013

segunda-feira, 6 de maio de 2013


Quando sua vida tá parada, sem grandes emoções, sem badalação, sem nada nem ninguém é comum ouvir uma murmuração, mas e quando ela vira de ponta cabeça do dia para a noite? Pesquisas científicas comprovam que uma “notícia” pode causar insônia, deixar aquela pulga atrás da sua orelha mais viva do que nunca e ainda fazer você voltar aos 13 anos de idade.

Eu só queria saber em qual temporada a minha vida vai se desenrolar, porque olha...
Brincadeiras a parte, é cômico – ou não – ver como as coisas mudam de uma hora para outra. O que era certo hoje não é mais, o que era ‘pra sempre’ acabou e o que não era, hoje é. Sei que tudo acontece exatamente como tem que acontecer, mas cada dia que passa eu tenho certeza que NÃO sou a dona do meu tempo e que NADA acontece por mero acaso.

O que me consola é que DEUS, em sua infinita graça e misericórdia, costura absurdamente bem as histórias da minha vida. O que antes não tinha sentido hoje faz todo sentido e o que eu não conseguia ver, hoje vejo claramente. Pessoas, histórias, beijos, abraços, cenários e tantas coisas mais se encaixam perfeitamente.

Confesso (já deu pra perceber que adoro essa palavra) que ainda há muita coisa pra se ajeitar aqui dentro, mas muitas outras já foram acertadas. Quanto mais o tempo passa mais eu sinto o cuidado de Deus para comigo e isso não tem preço.

Pouco a pouco tenho entendido qual é o propósito dEle pra mim, tenho me deparado com situações e pessoas que jamais eu imaginava enfrentar, e que de uma maneira ou de outra chegam a mim para pedir ajuda, para desabafar e para compartilhar dificuldades. Isso muito me faz feliz, pois sei que posso doar o melhor de mim a quem REALMENTE precisa e QUER SER AJUDADO!

Sou grata por ter amigos de verdade, uma família ‘perfeita’ e - ao mesmo tempo - cheia de problemas, fazer o curso que amo e ter um emprego que amo cada dia mais. Acima de tudo isso tenho um DEUS que me sustenta, me ama e não me deixa cair, mesmo sem merecer.