quarta-feira, 16 de julho de 2014



Às vezes eu acho que estou vivendo num reality show e que de repente tudo isso vai terminar e eu vou voltar a ter uma vida normal. Não sei se é assim com todo mundo, mas DEUS! Qta emoção... parece que minha vida é cheia, repleta, transbordante de ápices de uma novela (daquelas bem dramáticas).

Nunca imaginei viver, ouvir e passar por determinadas situações e, pior ainda, saber como lidar com elas. Em alguns momentos chego a questionar o motivo de passar por tanta coisa, mas quer saber... que se VIVA!

Hoje me peguei com uma música do Lulu Santos, e comecei a refletir na letra:

"sei lá...
tem dias que a gente olha pra si.
e se pergunta se é mesmo isso aí.
que a gente achou que ia ser
quando a gente crescer
e nossa história de repente ficou
alguma coisa que alguém inventou
a gente não se reconhece ali
no oposto de um déjà vu

sei lá 
tem tanta coisa que a gente não diz
e se pergunta se anda feliz
com o rumo que a vida tomou, no trabalho e no amor”


A gente fala tanto que tem que arriscar, que tem que viver, que tem que se permitir, mas na hora de fazer acontecer: FOGE! No fundo, no fundo a gente tem medo do novo, tem medo de perder o que já tem, tem medo de arriscar aquilo qu não conhece.

Caramba, a vida é pra ser vivida ao extremo, sou intensa nas minhas decisões, não gosto de nada pela metade, e se tem uma coisa que eu aprendi durante esse quase meio século de vida é que o tempo passa rápido demais e se você tem vontade de dizer....DIGA!

Não espere passar 10 anos (ou 11) para de declarar, para dizer que “eu gostava de você” e que não teve coragem. Talvez o destino não quisesse, mas pq então as coisas reaparecem e surgem como uma fênix? (To ainda tentando responder)

Há muitos caminhos que tentamos trilhar, mas nem sempre são os caminhos que devemos seguir. A gente planeja isso, sonha com aquilo, mas no final mesmo o que tem que acontecer vai acontecer e sabe o que você (e eu) podemos fazer? NADA! Na maioria das vezes absolutamente nada. Mas nunca é tarde para se permitir.



"Já não somos tão jovens pra enlouquecer
Nem tão velhos pra ver nosso sonho morrer

Vai saber, vai saber"











Ah! Vida... pega leve. 

terça-feira, 24 de junho de 2014



And all along I believed I would find you
Time has brought your heart to me
I have loved you for a thousand years
I'll love you for a thousand more

Esperar por alguém pode ser a maior prova de amor que se pode dar?

Às vezes me pego pensando nas voltas que a vida dá e sempre chego à mesma conclusão: não somos nada diante da vida e diante do tempo. Ah! O tempo! Como ele machuca e liberta – e tudo isso ao mesmo tempo. É tão difícil entender algumas coisas em nossa vida, é complicado acreditar que agora não é a hora e que você ainda não está liberada para viver o que sempre planejou.

Talvez esse tenha sido o meu erro: planejar!

Como posso planejar algo que ainda não vivi e, pior ainda, que nem sei como, quando e com quem vou viver! Acho que a literatura e os filmes de comédia romântica me fizeram acreditar numa vida que não existe (ao menos pra mim) e pedir a Deus um romance de novela foi um erro fatal.

"O tempo todo eu acreditei que te encontraria
O tempo trouxe o seu coração ao meu
Eu te amei por mil anos
Eu te amarei por mais mil"

É difícil aceitar que “eu disse sim, mas não disse agora”, nosso imediatismo nos faz querer tudo para hoje, se possível para ontem e acabamos deixando que a ansiedade atrapalhe os planos de Deus para nossa vida. Será mesmo que o que eu quero é o melhor pra mim? Será que é pra ser?

Bom, todas as vezes que me deparei com um caminho de mão dupla não demorou a surgir a resposta (SIM ou NÃO), mas ultimamente tenho aprendido que o silêncio também é resposta. Uma dolorida resposta. Já dizia meu pai: Deus sempre nos dá uma das 3 repostas: sim, não e espera! E eu já entendi que pra mim a resposta é ESPERA!

Não sei qual o motivo, não sei qual a necessidade, mas sei que mais pra frente eu vou entender. Agora ta tudo muito absurdamente bagunçado e eu não estou nenhum pouco feliz, mas mesmo assim sei que é o melhor.

Se for pra ser, que seja simples, que seja verdadeiro, que seja sem mágoas, sem porque nem pra que, sem resistência, sem obrigação, sem ressentimentos. O que há de vir não se compara ao que já passou. Já te esperei por mil anos e vou te esperar por mais mil. Ou não.


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Você está me perdendo aos poucos e nem percebe. Eu só queria entender o motivo que te leva a fazer tantas coisas que me chateiam. Você diz que eu sou isso e aquilo, usa os mais variados adjetivos para me descrever, mas não faz por onde.

Está querendo o que?

Só me responde: eu te dou medo? Calafrios? É tão difícil assumir o que você sente? – seja bom ou ruim – Pq não se solta e deixa que tudo aconteça naturalmente?

Percebe que até agora só existiram perguntas? – e aqui se foi mais uma – até quando você vai deixar que sua vida seja pautada em questionamentos e não em certezas. Se tem uma coisa que me fascina é a tal da INICIATIVA.


Falar, querer, pensar não te fará real, tire sua vida dos planos das ideias, pare de idealizar e realize. Faça. Aconteça. Viva. Peça. Tente. Outra coisa que me fascina são os verbos no imperativo.

Seja o imperativo da sua própria vida e pare de colocar um ponto de interrogação onde deveria ter um ponto final.

E foram feliz para sempre.

Já dizia Adriana Calcanhoto

“Você não tem medo de mim, você tem medo é de você, você tem medo de querer”.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013





Sabe aquele baile lindo de máscara em que pessoas bem vestidas se encontram e exibem as mais perfeitas máscaras e sorrisos? Sim, todo mundo já deve ter visto algum filme assim ou já participou de um baile desses. Mas, hoje me peguei pensando e fazendo uma comparação com a nossa vida.

Não me disseram que quando eu crescesse as coisas seriam mais difíceis do que nos filmes, não se lembraram de me avisar que a vida não acontece igual pra todo mundo e que nem sempre você vai encontrar o amor da sua vida numa fila de cinema, uma esquina ou numa mesa de bar.

Talvez tentaram me avisar, mas eu não quis enxergar.

Conversando com uma amiga sobre ‘assuntos do coração’ chegamos à mesma conclusão: nem toda família que sorri é um modelo de família feliz, ou mesmo percebemos que o que - na verdade - existe são momentos de felicidade e não uma felicidade plena que dura 24 horas por dia durante 80 ou 100 anos.


Será que aquele casal continua apaixonado depois de 20 anos de casado? Ou será que nem se casaram apaixonados? Será mesmo que aquele filho é o amor de duas pessoas concretizado? Ou aconteceu uma gravidez indesejada? Será que ele namora por conveniência ou realmente ama a namorada?

Por que os adultos fingem o tempo todo? Seria tão mais fácil andar sem máscaras, namorar quem se gosta, casar por amor e ter filhos por consequência do mesmo. Mas não é assim que a vida corre. Até quando vamos continuar vivendo por conveniência? Por comodidade? Por que tá bom do jeito que tá?


O que mais tenho medo é de cair nessa zona de conforto e chegar o tempo em que direi: “tudo bem, assim já tão bom”, e me refugiar - e me encontrar - nas histórias de Alencar, Machado e Azevedo.



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Sabe quando você se sente mal e não sabe pq ta se sentindo assim? To com um sentimento de perda, de falta, de ausência. To afim de ficar quieta, de ficar comigo, de estar no escuro e de não ter questionamentos.

Eu não gosto nem desgosto, eu não amo nem odeio, não quero nem recuso. Parece que me falta alguma coisa, parece que nunca me senti assim. Acho que esse tal ‘fim de faculdade’ ta sendo mais difícil de encarar do que eu pensava.

To tão assim com o mundo, to tão além de mim, to tão fora de sintonia. Parece que aquela rotina era tão perfeita e hoje que eu tenho tempo, não sei o que fazer com ele. Será que é normal estar aquém de tudo e de todos?!

To cheia de perguntas e nenhuma resposta.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013



De onde vim? Para onde vou? Em algum momento da vida você já deve ter se perguntado isso – ou ainda vai se perguntar. Sempre me coloco a pensar ‘pra que td isso?’ qual é o sentido de nascermos, irmos à escola, depois fazer uma faculdade, trabalhar, trabalhar, trabalhar e chegar em casa encontrar a família (ou não encontrar ninguém).

É triste pensar que aquela esperança de construir uma família e ser feliz para sempre não existe como nos filmes. As coisas são bem diferentes na vida real. E mesmo assim, eu ainda pergunto: qual o sentido da nossa existência?

Às vezes parece que passamos uma vida inteira buscando por uma felicidade utópica, quando na verdade estamos vivendo essa felicidade sem perceber.

Felicidade: ser ou estar? Você é ou você está feliz? Você vive feliz ou você tem momentos de felicidade? O que é felicidade pra você?

É um carro novo? Um abraço de quem você ama? Uma casa nova? Um ‘eu te amo’ inesperado? Um emprego bom? Um beijo roubado? Um salário gordo?

Percebe que há uma linha tênue entre o concreto e o abstrato? E é nessa corda bamba que precisamos encontrar o equilíbrio. É errado dizer que minha felicidade está no meu emprego ou no meu carro? Não, não é... Mas isso não é tudo, antes de mais nada sua felicidade deve estar em você, nas suas escolhas, nas suas decisões, nas suas ações.


É fundamental saber o que você quer. Você sabe o que quer da vida? Você sabe aonde quer chegar? Você sabe do que você gosta? Você se conhece de verdade? 

E como diria Titãs: 
você tem fome de que? 
você tem sede de que?

Não deixe que decidam por você, seja original, seja real, seja você. Não coloque sua felicidade nas mãos dos outros, só você é responsável pelo rumo que a sua vida toma, por isso, acredite mais em você mesmo e não passe uma vida inteira em cima do muro ou numa corda bamba, afinal ninguém pratica Slackline 24 horas por dia a vida inteira.

terça-feira, 26 de novembro de 2013


Hoje acordei querendo mais! Mais do que eu já pensei, mais do que já planejei. Parafraseando Anitelli “Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior” e é esse saber que me faz querer mais.

O que me prende aqui? Quem me prende aqui? Ninguém, a não ser eu mesma! Chega uma certa hora da vida que você percebe que está mais sozinha do que pensava! E isso pode ser muito bom!

Talvez terminar uma faculdade é a maior sensação de liberdade que já experimentei e, como diz Zé Ramalho “há meros devaneios tolos a me torturar”! É assim que me sinto, com vontade de começar, ou melhor, de REcomeçar!

Já que a vida não plagiou outras vidas em mim, vou extrair dela o melhor que eu puder. Já deu pra perceber que a música também tem falado por mim hoje! 

Me sinto assim, delicadamente querendo mais e melhor. Longe daqui, longe de tudo, longe daquilo que acham que é o melhor pra mim. Meu querido Humberto Gessinger já dizia:

Nessa terra de gigantes
Que trocam vidas por diamantes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

Deixa estar. 
E que a vida me traga novos ares, de um lugar – ainda – desconhecido pra mim.

Esperei chegar a hora certa
Por acreditar que ela viria
Deixei no ar a porta aberta
No final de cada dia
...
Ah!  vida real
Como é que eu troco de canal
 

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Não há nada mais bonito que um homem com cara de homem! Sim, um homem de barba.

Seja de que natureza for barba é barba e sempre fará a diferença no rosto deles. Navegando pelo Facebook da vida, me deparei há um certo tempo com a FANFAB, uma fanpage muito bem criada, que tem como objetivo (se é que posso utilizar essa palavra) reunir barbudos e ‘barbudetes’  como são conhecidas as mulheres que gostam de uma boa barba.

Fazer amor vai além daquilo que a sua imaginação fértil possa imaginar. Fazer, segundo nosso bom dicio, é um verbo transitivo que pede um belo complemento... fazer amor é doar-se, é amar-se, é cuidar-se, é ter barba (obviamente).

Mas, sem mais trelelê.. vamos a eles... os barbudos mais bonitos que já vi, de acordo com a minha humilde opinião:



PRE-PA-RA:

Marco Pigossi: para a alegria de muitas

Ben Affleck: Deus abençoe

Bruno Gagliasso: continue sempre assim

Caio Castro: dispensa apresentações

Danilo Gentili: ficou melhor ainda no cinema

Gabriel Braga Nunes: para casar

Huck Paraíba: representadno BEM o Brasil

Murilo Benício: o conquistador

Reynaldo Gianecchini: nos tempos áureos

Rodrigo Lombardi: <3 (perdi o rumo)

Thiago Lacerda: Mateu, amore mio

Zac Efron: cresceu e apareceu


E para quem ainda não conhece o Faça amor, não faça a barba ta aí o link para se divertir - e apaixonar.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013


To pensando no que eu poderia falar, sei lá talvez mais um daqueles post de “como ser feliz ao lado das pessoas que você ama”, mas não é bem assim que a vida funciona.

Parei pra analisar como os núcleos de uma novela das 21 hs funcionam, é sempre a mesma coisa, um mocinho, um bandido, um manipulador e uma coitada que sofre a novela inteira e lá no último capítulo ela encontra um cara lindo – que não apareceu na trama inteira – casa com ele e ainda aparece grávida nos últimos minutos de novela.

Bem que a nossa vida podia ser assim, né?! Um ‘felizes para sempre’ depois de uma tempestade, mas o que, de fato, acontece é que vem a tempestade e quando tudo parece que ‘dessa vez vai’ não vai, simplesmente pelo fato de que estamos VIVENDO uma realidade. Talvez se as novelas retratassem a vida realmente como ela é não haveria tanta audiência, por mais que nós saibamos como a cosia funciona eu não quero ver aquele galã sarado se ferrando, eu quero é que ele seja o garanhão da novela e saia em todas as capas de revista. Eu quero que a aquela traíra leve uma surra da mocinha, eu quero realmente assistir a um conto de fadas moderno, ou para os de alma literária, um conto de fadas revisitado.

Mas, é preciso lembrar que tudo não passa de um belo pacto ficcional em que você finge que me engana e eu faço de conta que acredito, porque assim fica mais fácil, é..... mais fácil aceitar as coisas, é mais tranquilo, sabia?!

Não te faz criar expectativas, não te frustra, não te faz sonhar. Uma novela sempre acabará com o casal protagonista juntos, fica tranquila. Já a sua vida real, infelizmente, pode ser que não seja assim, mas ainda assim vale a pena insistir, vale a pena tentar, deixa o pau torá, joga pra ver no que vai dar.

Até porque, quem não arrisca não petisca, mas também não se decepciona.



terça-feira, 5 de novembro de 2013


Andei pensando em escrever alguma coisa bem interessante quando terminasse a faculdade, mas parece que tudo o que eu queria dizer se resume em uma palavra: OBRIGADA. 

Primeiramente devo agradecer a Deus, pois sem Ele eu não estaria aqui, não teria forças para chegar até esse momento. 

Depois, gostaria de agradecer aos meus pais Paulo e Elci, ao meu irmão Silas (e a minha cunhada Renata que chegou depois, mas chegou pra ficar) que me proporcionaram tamanha aprendizagem, que me amaram incondicionalmente, que me ensinaram valores, que me mostraram o que é certo e errado e mesmo assim confiaram em mim e me deram a LIBERDADE para escolher o caminho que eu queria seguir. Eu amo vocês!

E mesmo sabendo que posso me esquecer de alguém resolvi citar nomes sim. Paulo Hipólito Monteiro Neto, ainda me lembro da nossa conversa na casa da vó Lúcia, se não fosse seus conselhos talvez minha vida teria tomado um rumo totalmente diferente. Obrigada por me aconselhar a fazer LETRAS! 

Verônica Ortiz Gava, tô tentando encontrar as palavras para te agradecer por TUDO, pela sua amizade, companheirismo e por sentar ao meu lado naquela cadeira do Cursinho Nobel em 2007 (dispensa comentários a respeito do finado cursinho pré-vestibular), pelos shows, por dormir na rodoviária, por ficar 5 dias sem energia, por dividir seu lanche do Polaco, o pão caseiro da sua mãe, a sua maionese, a sua alegria, paciência e amizade acima de tudo.

Karla Gonzales, quantas tardes estudamos juntas pra passar naquele vestibular da FAFIPA! Só nós sabemos como aquelas tardes foram importantes, obrigada por compartilhar comigo todo conhecimento e amizade. FAFIPA! Sem palavras! Até hoje sinto uma SAUDADE enorme que não cabe no meu peito, foram apenas 2 anos com vocês, mas 2 dos melhores anos da minha vida ao lado de uma turma que eu aprendi a amar. OBRIGADA, LETRAS-FAFIPA 2008! 

Meus mestres (Zilda, Magistra - Aldineia, Elmita, Flávio Brandão, Simone, Isabel Cristina, Soraia) vocês me mostraram um mundo que eu não conhecia e que hoje amo cada dia mais. Queria agradecer especialmente a Juliane Belo e Letícia que demonstraram tamanha amizade e esperaram eu me formar para se formarem também (eu não podia perder a piada), obrigada Greiciane, Franciele e Aline Becker por me aguentarem, por dividirem o mesmo teto comigo, por dividirem as contas no boteco da dona Neiva (mãe do André), as bagunças do FRED (nosso ex-cachorro) entre outras coisas. Obrigada mesmo, eu amo vocês. Juliane Belo e Jéssica Coca, eu queria dizer tanta coisa, tantos obrigados, mas tá difícil sair algo melhor que OBRIGADA. Cada minuto com vocês são os mais longos e mais prazerosos, obrigada por toda amizade, risada e sorvete do Chiquinho compartilhado. Amo vocês.

E até mesmo pro Jefferson Haddad Muller - que brigou comigo e me excluiu - eu gostaria de dizer que ele foi peça fundamental na minha vida durante o tempo que morei em Paranavaí. 

Rosivânia da Costa Barbosa, minha ‘chefa’! Como não me lembrar de você e de todos os seus conselhos como diretora, como mulher, como amiga, como pessoa. Durante os 2 anos que tive o prazer de conviver diariamente com você, valores e ideais foram transmitidos de uma forma que jamais esquecerei. Obrigada por todo incentivo, por cada reconhecimento – mínimo que fosse – por todo zelo e por acreditar em uma garota de 18 anos. Obrigada por me ensinar a ser uma profissional realizada e por confiar a mim grandes responsabilidades.


FREA! Ê FREA veia de guerra, nunca imaginei que um dia eu fosse me despedir de você, quanta coisa aconteceu em 4 anos, quantas brigas (quantas mesmo), quanta ironia, quanta falta de humor, quantas risadas por causa disso, né Raquel, quantas rifas, quantas festas na casa da Ligia, quantos seminários de Literatura, quantos livros para ler, quantas coisas boas... E imaginar que o ano que vem nada disso mais vai fazer parte do meu cotidiano!

Ligia, Raquel, Laira, Gaby Agostini, Silmara obrigada pela amizade sincera de vocês. Raquel, obrigada por me entender tanto, por cada conselho, lágrima e oração JUNTO comigo. Laira, obrigada por dividir as canções de Sandy e Júnior comigo, quando ninguém mais lembrava eu sabia que VOCÊ SE lembraria. Gaby Agostini, obrigada por compartilhar sua maçã comigo, por cada carona, por casa risada e por cada traduzida naquele texto de inglês. Silmara, Ê tchÊ tcgÊ, obrigada por cada festa de peão, por cada miojo compartilhado e pq vc sempre lembra de colocar o lixo pra fora. Ligia, sem palavras, obrigada por cada temaki, por cada risada, por cada trabalho, por cada coisa que só a gente entende quando se olha, pela senha do wifi da sua casa, pelas barrinhas de cereal amassadas, pelas corridas, caminhadas, incentivos e tantas coisas que não convém colocar aqui. 

Aos professores: Emerson, Clarice, Adriano, Eliana, Maura, Juliana (que mesmo não tendo me dado aula, me ajudou em tantas coisas, tantos momentos e me ensinou muita coisa), aos professores que conheci esse ano: Clélia, Heleninha e Soeli, aos que passaram rapidamente: Viviana, Tadeu, Mary, Jones, Valdemir e Claudinha.

Não poderia me esquecer da galera que trabalha comigo (e os que já trabalharam) na FASE NETWORK, um lugar de sucesso e aprendizado constante. Jéssica Camargo, o que seria de mim sem você e seus paranauê no analytics? NADA. Além de conviver o dia todo nas suas costas (pq vc senta de costas pra mim) ainda te vejo à noite na faculdade, na outra extremidade da sala, mas ta lá... obrigada por tudo. 

E claro que não posso me esquecer de toda equipe: Ariane, Danilo, Amanda, Daniel, Luane, Verônica, Ana Maria, Ananda, Ricardo, Haline, Tainah, Jéssica Lemos, Talita, Carol (não deveria te marcar, mas não posso te largar para trás) e Leo e claro, Sergio e Fabiana, que tanto acreditaram em mim e me deram a chance de aprender - muita coisa - todos os dias e compartilhar conhecimento .

Enfim, as palavras são escassas quando penso em agradecer, falta sinônimo para expressar o que sinto e demonstrar o que quero. 

Meu único desejo é que cada um que passou pela minha vida siga seu caminho e guarde na memória as boas risadas e o aprendizado compartilhado, pois “um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? Diremos que eram nossos amigos. E... isso vai doer tanto!!! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!”